domingo, 1 de dezembro de 2013

Cinema com recursos de audiodescrição

A audiodescrição é um recurso da tecnologia assistiva que serve como um apoio acessível para descrição de imagens, cenas, filmes...
Acima temos a imagem de uma platéia de cinema que conta com apoio do recurso da audiodescrição. Muito importante para atender a necessidade das pessoas que tem deficiência visual.
Em nossas salas de aula, para intervenção com alunos deficientes visuais, é imprescindível que adotemos esta metodologia como apoio para alunos deficientes, já que eles comumente necessitam da descrição de filmes, imagens, figuras etc...   
Para saber mais sobre audiodescrição nos cinemas acesse o link abaixo:

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Atividade para pessoas com Deficiência Intelectual: Relato e memória de casos

Pessoas que apresentam DI tem o intelecto afetado, embora as estruturas neurais sejam parecidas com de pessoas sem a deficiência, no que tange ao funcionalismo cognitivo, o aspecto é bem diferente.

Para superar suas limitações intelectuais, necessitam de muitos estímulos intelectuais que desenvolvam principalmente as habilidades de raciocínio, memória, atenção e concentração. Sem esquecer que elementos inseridos dentro de seus cotidiano devem ser inseridos nas atividades desenvolvidas com esses alunos, tornando assim a aprendizagem mais pautável ao aluno e também mais significativa.

O “relato de fato”, é uma atividade que busca instigar a memória sobre fatos do cotidiano, onde oralmente ou através de escrita faz-se os relatos dessas lembranças.

Sobre “a memória de fatos” Figueiredo (p.6, 2008) contribui que:

“...Esta experiência tinha como pano de fundo a realidade familiar e escolar da criança. O objetivo primeiro era que a criança interiorizasse inicialmente sua experiência imediata. A reeducação versava sobre acontecimentos e ações vivenciadas pela criança durante um dia. Em cada encontro a criança era convidada inicialmente a contar, respeitando a ordem cronológica, os acontecimentos e suas principais atividades daquele dia até aquele momento; depois ela deveria antecipar as atividades que faria após a sessão. Ela deveria, algumas vezes, fazer o desenho de sua casa, do caminho da escola ou ainda de sua escola, assim como falar de certos acontecimentos dos quais ela tenha participado...”


Referência :

FIGUEIREDO, R. V. ; POULIN, J. . Aspectos funcionais do desenvolvimento cognitivo de crianças com deficiência mental e metodologia de pesquisa. In: Silvia Helena Vieira Cruz. (Org.). A criança fala: a escuta de crianças em pesquisa.. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2008, v. 1, p. 245-263.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Tecnologia Assistiva: Comunicação Alternativa

O uso da tecnologia é primordial para facilitar a acessibilidade de alunos que apresentam necessidades educacionais diferenciadas e necessitam de recursos que facilitem a interação desse aluno com determinada aprendizagem. De acordo com Bersch (2006) a tecnologia assistiva é uma alternativa do aluno fazer de acordo com suas capacidades.


Na figura acima temos um exemplo de Tecnologia assistiva: uma prancha de comunicação alternativa. As pranchas podem sugerir diversos temas e as idéias contidas nas mesmas completam-se formando frases. Esse recurso é ultilizado quando há limitação ou ausência da fala e auxilia na comunicação e expressão do aluno em qualquer ambiente, além de contribuir com a socialização do mesmo. 

Então, você têm alunos que apresentam esse perfil e têm limitações na comunicação? que tal usufruirmos das possibilidades da tecnologia assistiva e indroduzirmos a comunicação alternativa?

Até mais!

REFERÊNCIA

BERSCH, R. Tecnologia Assistiva e Educação Inclusiva. in: Ministério da Educação. Ensaios Pedagógicos do III Seminário  Nacional de Formação de Gestores e educadores. SEESP, Brasília, 2006, páginas 89 a 93. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/rec_adaptados.pdf Acesso em: 02 out. 2009

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Atendimento Educacional Especializado


Alguns fatores são primordiais para que a inclusão educacional dos alunos aconteça de forma mais efetiva. Além de realizar o atendimento educacional especializado no contra turno, é fundamental que o professor acompanhe o desenvolvimento do aluno em sala de aula para melhor contribuir com o desempenho deste aluno, além disso, os assessoramentos ao professor de sala comum orientam o trabalho a ser desenvolvido com o aluno em questão.

Orientação familiar, formação aos professores e coordenadores, trabalho de sensibilização com o grupo escolar são algumas das funções de um professor de AEE.

 O professor de AEE deve ser observador e atentar para as necessidades educacionais apresentadas pelos diferentes alunos e a partir daí traçar seu planejamento.

O estudo de caso é fundamental para nortear e fundamentar o desenvolvimento dos atendimentos, pois esse instrumento facilitará um melhor conhecimento sobre este aluno. Seu cotidiano familiar e escolar, seu histórico de vida, sua história de aprendizagem, suas preferências, suas potencialidades e habilidades, em fim, tudo será relatado no levantamento do estudo de caso. A partir de então poderá seguir-se a elaboração do Planejamento Educacional especializado.

O plano do atendimento educacional especializado, por ser individual, considera em sua elaboração necessidades e características específicas do aluno, nele estarão descritos os objetivos a serem alcançados, as atividades desenvolvidas, os recursos utilizados, os profissionais envolvidos, o período e a forma de atendimento, os avanços pretendidos em relação ao desenvolvimento do aluno.

O AEE vem para contribuir na conquista da autonomia da vida desse aluno. Não se detendo apenas nas dificuldades, mas considerando e aprimorando as habilidades e competências que esse aluno trás consigo.

 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Tecnologia: Como viver sem ela?


Os vídeos a seguir, retratam as mudanças decorrentes da inovação tecnológica nas ultimas décadas.
Vale á pena conferir!
No vídeo Web 2.0, que nos remete ao passado, especificamente ao ano de 1996, quando produzíamos nossos textos no formato HTML, em um programa de textos onde não encontrávamos tantas ferramentas e opções de edições como observadas nos atuais programas, os quais facilitam cada vez mais nossas ações na produção de textos. Fico imaginado como poderíamos deixar de contar com esses recursos?

Uma questão para a se refletir no vídeo, mostra o fato de que nós, enquanto pesquisadores, é que fazemos a WEB. Quando postamos uma informação, estamos alimentando um banco de dados. Através de uma característica intrínseca do ser humano que é a curiosidade, a partir da pergunta surge a pesquisa. Ao sujeitarmo-nos ao ato do pesquisar na WEB, estamos também “ensinando a máquina a pensar”, como afirmado no vídeo.
No vídeo Did You Know 2.0, podemos perceber a velocidade com que as mudanças ocorrem, e como elas são encaradas nos países desenvolvidos. Enquanto que nossos alunos interagem uma hora na sala de computação com freqüência de uma vez na semana, isto é, quando esta disponibiliza de computadores para alunos, alguns países desenvolvidos já estão preparando estudantes para as profissões do futuro. Esse fato nos leva a crer o quanto nos falta avançar educacionalmente para não nos tornarmos alvos dessas transformações.

Quanta informação os vídeos nos apresentam, não é mesmo?
No contexto informativo e tecnológico em que nos encontramos, habituamo-nos de tal forma com tantas mudanças, que acabamos por esquecer que em um passado não muito distante, essas transformações nem faziam parte das nossas vidas. Vivemos um cenário em que nos é imposto, por várias vezes de modo subliminar, que sem o uso da tecnologia, não estamos inseridos e atualizados com as exigências atuais.

Precisamos de muito mais educação do que nos é ofertada!

Pense nisso!



quarta-feira, 22 de maio de 2013

As Salas de Recursos Multifuncionais no Estado Rio Grande do Sul


O Estado do Rio Grande do Sul, através da Secretaria da Secretaria de Município da educação, descreve sobre os serviços ofertados em suas Salas de Recursos Multifuncionais. Dentre os serviços da Educação Especial, fazem parte: A identificação, organização e elaboração de materiais para uso pedagógico; O suporte de complementação e suplementação ofertado pelo AEE como forma de dar autonomia ao aluno; Disponibiliza o ensino de linguagens e de códigos específicos para comunicação e sinalização; O uso de tecnologia assistiva; A adequação de materiais conforme necessidade do aluno; O enriquecimento curricular para altas habilidades/superdotação. As clientelas atendidas são: Alunos com deficiência, Alunos com transtornos globais do desenvolvimento e alunos com altas habilidades/superdotação. As Escolas que possuem SRM somam um total de 23.   

SMED. Secretaria de Município de Educação. Salas de Recursos multifuncionais. RS, 2011. Disponível em http://www.riogrande.rs.gov.br/smed/?page_id=334. Acesso em 13/05/2013.

Documentos legais que definem a Educação Especial

Dentre os documentos legais que definem a educação especial nos temos:

Resolução Nº 4, de 2 de outubro de 2009, que institui diretrizes operacionais para o atendimento educacional especializado na educação básica, modalidade educação especial.
• Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva, documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria nº 555/2007, prorrogada pela Portaria nº948/2007, entregue ao Ministro da Educação em 07 de janeiro de 2008.
• Decreto 7.611 de 17 de novembro de 2011, que dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e outras providências.