quinta-feira, 23 de maio de 2013

Tecnologia: Como viver sem ela?


Os vídeos a seguir, retratam as mudanças decorrentes da inovação tecnológica nas ultimas décadas.
Vale á pena conferir!
No vídeo Web 2.0, que nos remete ao passado, especificamente ao ano de 1996, quando produzíamos nossos textos no formato HTML, em um programa de textos onde não encontrávamos tantas ferramentas e opções de edições como observadas nos atuais programas, os quais facilitam cada vez mais nossas ações na produção de textos. Fico imaginado como poderíamos deixar de contar com esses recursos?

Uma questão para a se refletir no vídeo, mostra o fato de que nós, enquanto pesquisadores, é que fazemos a WEB. Quando postamos uma informação, estamos alimentando um banco de dados. Através de uma característica intrínseca do ser humano que é a curiosidade, a partir da pergunta surge a pesquisa. Ao sujeitarmo-nos ao ato do pesquisar na WEB, estamos também “ensinando a máquina a pensar”, como afirmado no vídeo.
No vídeo Did You Know 2.0, podemos perceber a velocidade com que as mudanças ocorrem, e como elas são encaradas nos países desenvolvidos. Enquanto que nossos alunos interagem uma hora na sala de computação com freqüência de uma vez na semana, isto é, quando esta disponibiliza de computadores para alunos, alguns países desenvolvidos já estão preparando estudantes para as profissões do futuro. Esse fato nos leva a crer o quanto nos falta avançar educacionalmente para não nos tornarmos alvos dessas transformações.

Quanta informação os vídeos nos apresentam, não é mesmo?
No contexto informativo e tecnológico em que nos encontramos, habituamo-nos de tal forma com tantas mudanças, que acabamos por esquecer que em um passado não muito distante, essas transformações nem faziam parte das nossas vidas. Vivemos um cenário em que nos é imposto, por várias vezes de modo subliminar, que sem o uso da tecnologia, não estamos inseridos e atualizados com as exigências atuais.

Precisamos de muito mais educação do que nos é ofertada!

Pense nisso!



quarta-feira, 22 de maio de 2013

As Salas de Recursos Multifuncionais no Estado Rio Grande do Sul


O Estado do Rio Grande do Sul, através da Secretaria da Secretaria de Município da educação, descreve sobre os serviços ofertados em suas Salas de Recursos Multifuncionais. Dentre os serviços da Educação Especial, fazem parte: A identificação, organização e elaboração de materiais para uso pedagógico; O suporte de complementação e suplementação ofertado pelo AEE como forma de dar autonomia ao aluno; Disponibiliza o ensino de linguagens e de códigos específicos para comunicação e sinalização; O uso de tecnologia assistiva; A adequação de materiais conforme necessidade do aluno; O enriquecimento curricular para altas habilidades/superdotação. As clientelas atendidas são: Alunos com deficiência, Alunos com transtornos globais do desenvolvimento e alunos com altas habilidades/superdotação. As Escolas que possuem SRM somam um total de 23.   

SMED. Secretaria de Município de Educação. Salas de Recursos multifuncionais. RS, 2011. Disponível em http://www.riogrande.rs.gov.br/smed/?page_id=334. Acesso em 13/05/2013.

Documentos legais que definem a Educação Especial

Dentre os documentos legais que definem a educação especial nos temos:

Resolução Nº 4, de 2 de outubro de 2009, que institui diretrizes operacionais para o atendimento educacional especializado na educação básica, modalidade educação especial.
• Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva, documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria nº 555/2007, prorrogada pela Portaria nº948/2007, entregue ao Ministro da Educação em 07 de janeiro de 2008.
• Decreto 7.611 de 17 de novembro de 2011, que dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e outras providências.

Coleção "A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar"


 A Universidade Federal do Ceará (UFC), em parceria com o Ministério de Educação (MEC), lançaram a coletânea "A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar. A coletânea pode ser acessada pelo portal do MEC no endereço http://www.mec.gov.br/, seguindo os passos abaixo descritos pela UFC:





• Localize SECADI entre as SECRETARIAS listadas no lado direito do Portal
• Clique no botão PUBLICAÇÕES
• Clique no link EDUCAÇÃO ESPECIAL
• Encontrará vários materiais disponíveis para pesquisa. Para o nosso curso, localize: Coleção "A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar

Cada fascículo pode ser baixado no computador pessoal clicando sobre o mesmo com o botão direito do mouse e, depois, descompactando. Para descompactá-lo, localize o arquivo que foi baixado em seu computador (extensão.zip) e clique sobre o mesmo com o botão direito do mouse, opção EXTRAIR TUDO. Será disponibilizada a versão em PDF e em MEC DAYSE. Ao todo são dez fascículos:

Fasc_01_-_A_escola_comum_inclusiva
Fasc_02_-_O_AEE_para_alunos_com_deficiência_intelectual
Fasc_03_-_Os_alunos_com_deficiência_visual_baixa_visão_e_cegueira
Fasc_04_-_Abordagem_bilíngue_na_escolarização_de_pessoas_com_surdez
Fasc_05_-_Surdocegueira_e_deficiência_múltipla
Fasc_06_-_Recursos_pedagógicos_acessíveis_e_comunicação_aumentativa
Fasc_07_-Orientação_e_mobilidade,_adequação_postural_e_acessibilidade
Fasc_08_-_Livro_Acessível_e_informática_acessível
Fasc_09_-_Transtornos_globais_do_desenvolvimento
Fasc_10_-_Altas_habilidades_-_Superdotação

O uso da Tecnologia na Formação do Professor

Vivemos em um mundo em constantes e meteóricas transformações tecnológicas. Como seres sociais e também causadores dessas mudanças, é necessário que estejamos engajados em buscar novos conhecimentos e adquirir novas práticas que viabilizem a conquista do novo, favorecendo assim um melhor desempenho profissional e acadêmico. 

O professor, como um agente orientador na formação de cidadãos, precisa estar em constante formação, porém, uma das grandes dificuldades na atualidade é adequar a longa jornada de trabalho e o tempo para estudos. Neste sentido, o ensino a distância, seria uma opção mais propícia por apresentar maior flexibilização do tempo, sem negar que atrelado a uma metodologia adequada estará favorecendo ainda mais na busca pelo conhecimento.

Ao optar por esta modalidade de ensino, este professor cursista precisa estar comprometido e entender que dele espera-se maturidade para que não perca o foco, pois o desvio dos objetivos poderá comprometer a dinamização deste processo. Ele não estará apenas recebendo informações ou informando, mas estará interagindo e construindo conhecimento por meio de trocas e somas de diferentes experiências compartilhadas. Portanto, a forma de envolvimento desse aluno será um dos fatores determinantes na construção do conhecimento.

Em uma de suas afirmações Larrosa (1999, p.139-142) relata que “a leitura não resolve a questão, mas a reabre, a re-põe e a re-ativa, na medida em que nos pede correspondência”. Compreende-se então que não existe uma leitura fechada em si, ela sempre exige novas descobertas, ela orienta a novos caminhos a serem percorridos. Um conhecimento necessita de outro, pois o conhecimento é um ciclo inesgotável. Necessita do outro não para completarem-se, mas para abrirem um novo leque de indagações e conhecimentos.  

Portanto, assim como em qualquer ambiente de aprendizagem, sendo ele virtual ou presencial, existem alguns fatores importantes que implicarão diretamente na aprendizagem. Incitar a curiosidade, questionar, perguntar, reconstruir, são elementos básicos na formação, para assim usufruirmos de fato dos benefícios do uso da tecnologia na formação do professor.

Median Silva da Silva